quinta-feira, 6 de abril de 2017

PREFEITO NÃO ABRE NEGOCIAÇÃO E SEM CONTRAPROPOSTA SINTEPP DEFLAGRA ESTADO DE GREVE.

SINTEPP debate questões a serem deliberadas pela Assembléia
A lua de mel politica entre o prefeito e a categoria dos professores politicamente falando descamba para um processo de deterioração e o reflexo disso é que em Assembleia na terça feira passada (04) por unanimidade de votos os professores disseram sim para entrar em estado de greve. Na próxima terça feira dia 11, eles vão fazer outra Assembleia para aprovar definitivamente a greve. Lembrando que estado de greve é uma prévia para a greve de fato e de direito.
SINTEPP considera exaurida etapa de diálogo e entra em estado de greve

 De acordo com Celso Noronha, um dos coordenadores do SINTEPP tudo que está previsto em lei para uma negociação franca e aberta foi feita.

  O executivo apesar de ter recebido ofícios, memorandos e outros documentos desde Fevereiro deste ano, não deu a mínima e fazendo ouvido de mercador até este mês de abril não mandou nenhuma contraproposta para abrir uma negociação amigável quanto a reajuste salarial.  A categoria dos trabalhadores em educação enviou proposta ao poder executivo pedindo 16% de reajuste salarial.
 
professores(as) revoltados com descaso do governo do trabalho
O Sintepp está propondo aumento de 16%, mas nem o prefeito nem o Secretário de educação quiseram sinalizar uma negociação com a categoria. Celso disse que há duas semanas foi concluída a avaliação da folha de pagamento da educação, e segundo sindicalista foi detectado “inchaço na folha” além de outras irregularidades com excesso de contratação de assessores e temporários com altos salários que distorcem a atual situação econômica do Município pela” crise” alegada pelo prefeito quando se trata de reivindicações dos trabalhadores em educação.

 Concluída os estudos da folha o Sintepp ficou aguardando uma contraproposta conforme havia se comprometido o prefeito, mas reina até o presente momento um mutismo que contribui para concretização da greve. Mas além dessa questão salarial outro episódio que os professores estão vendo como perseguição à categoria a situação dos professores readaptados que hoje são em torno de 80. 

 Para alguns professores de fato não nada de errado o fato do prefeito convocar os readaptados para serem reavaliados por uma junta médica, o que eles não aceitam e forma truculenta e unilateral que o governo vem usando como se esses servidores fossem pessoas desocupadas.

 Alguns querem inclusive que nesse novo exame o prefeito seja justo e convoque pessoas do seu grupo politico que também são readaptados e estão ganhando uma fábula em cargos de confiança.   O Sintepp explica que professor readaptado não é afastado de sua função original para ficar sem fazer nada, em ociosidade dando exemplo de professores que por problemas de saúde (stress, garganta, entre outros males) estão trabalhando normalmente em Bibliotecas nas escolas, ajudando nas secretarias e em outras funções burocrática no setor da educação.

 O prefeito teve votação com maioria esmagadora dos trabalhadores da educação ter votado nele, mas, que agora estão se penitenciando arrependidos depois do trauma vivido com a ex-prefeita Eliene Nunes. Alguns questionam acreditam que pelo jeito o Valmir vai ser pior ainda. Uma professora lembrou que em campanha quando o SINTEPP convocou os três candidatos, ao ser indagado de uma professora sobre como seria seu governo em relação à educação, o prefeito teria afirmado, se comprometido que ele iria dar o aumento justo de acordo com repasse do governo federal, se for 20% seria 20% e com essa promessa mirabolante saiu aplaudido e ovacionado pelos professores ao término do debate.

 Mas pela atitude de estar menosprezando a categoria muitos acreditam que se a eleição fosse hoje não teria mais o apoio que obteve e a tendência é perder essa importante fatia de votos que o ajudou a ter uma diferença histórica no processo eleitoral.

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