quarta-feira, 8 de março de 2017

SESPA-PA CONFIRMA MORTE DE DOIS MACACOS EM ITAITUBA:

iTAITUBA REGISTRA MORTES OFICIAIS DE MACACOS POR FEBRE AMARELA

A Secretaria de Saúde do Pará (Sespa) confirmou na última segunda-feira (6) que dois macacos encontrados mortos em Itaituba, no sudoeste do estado, estavam com febre amarela. 

Com o resultado, sobe para quatro o número de municípios com registro da doença em animais. Os outros casos foram registrados em Rurópolis, Alenquer e Belém.

 A Sespa também informou que intensificou a vacinação nos municípios afetados e, especialmente, nas zonas rurais e áreas de mata. Casos confirmados No dia 25 de fevereiro, o Instituto Evandro Chagas (IEC) confirmou a primeira morte de macaco por febre amarela na região metropolitana, após o corpo do animal ser encontrado no Parque do Utinga no dia 22 em Belém. Após a confirmação, a Sespa intensificou ações de vacinação entre moradores e trabalhadores no bairro Curió Utinga.

 Um caso já havia sido confirmado pelo instituto no dia 21, após a investigação da morte de cinco primatas no município de Rurópolis, sudoeste paraense, no início do mês. 

A comunidade onde os macacos morreram fica na divisa da Floresta Nacional do Tapajós, por isso, as investigações também foram feitas nessa área de mata. O IEC confirmou a doença em um dos animais mortos em Rurópolis.

 Segundo a Sespa, foram notificados oito casos de febre amarela nos últimos dez anos no Pará. Somente em 2016, 71.195 pessoas foram vacinadas no Pará contra a doença. Em 2015, foram imunizadas 80.230 pessoas. Vacinação As vacinas não são recomendadas para grávidas, crianças com menos de seis meses, alérgicos a ovos e pessoas que vivem em áreas sem registro do vírus.

 Nos casos de pessoas com mais de 60 anos e pacientes com imunodeficiência, a administração da vacina deve ser condicionada à avaliação médica. Uma dose é válida por dez anos e bastam duas doses ao longo da vida para que não se tenha qualquer risco de contaminação com a doença. 

Os efeitos da febre amarela sobre o corpo incluem febre, calafrios, dor de cabeça, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos. 

G1-PA

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