quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Secretarias de Saúde do PA discutem ações após morte por febre amarela Número de pessoas vacinadas contra a doença no oeste do Pará é baixo. IEC confirmou que morte de macaco foi provocada pela febre amarela.

A procura pela vacina contra a febre amarela nos postos de saúde de Itaituba, sudoeste do Pará, foi intensa na manhã desta quinta-feira (23), dois dias depois que o Instituto Evandro Chagas confirmou que o macaco encontrado morto na zona rural de Rurópolis foi vítima da doença.

 Técnicos da Vigilância em Saúde estiveram no local para orientar a população, já que algumas pessoas não precisavam se vacinar e haviam recebido as duas doses necessárias para ficarem imunes à doença.

 De acordo com a Direção de Vigilância em Saúde, a vacinação contra a febre amarela é um procedimento de rotina e o excesso de imunização pode trazer o risco de desenvolver a doença. . 

Durante o encontro, ficou decidido que as Secretarias deverão trabalhar com um plano de ação emergencial para fazer o bloqueio vacinal de todas as comunidades onde foram registradas as mortes de macacos e vacinação seletiva na zona urbana dos municípios atendendo as pessoas que nunca foram vacinadas e aquelas que não receberam a segunda dose da vacina.

 Segundo a Coordenação de Epidemiologia e Imunização da 9ª Regional da Sespa, a medida se tornou necessária diante da baixa taxa de vacinação da população contra a febre amarela nos municípios da região.

G1 pa

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