sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

ASSOCIAÇÃO DAS MULHERES DESAGREGADAS REIVINDICA CASAS ABANDONADAS NOS RESIDENCIAIS DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA E PEDE QUE SEJAM APURADAS DENUNCIAS DE FRAUDES E FALCATRUAS



todos 15 vereadores apoiaram a causa.

Denuncias existem em abundância, são as mais absurdas em se tratando de um programa criado para beneficiar pessoas pobres, de baixa renda e não servir de instrumento de fraudes e falcatruas políticas. 

 Mas todas as denuncias  até agora tem sido inócuas ante o silêncio da justiça que não se manifestou sobre ainda o caso embora tenha recebido várias denuncias, principalmente aqueles que usaram o programa para se beneficiar politicamente em troca de votos.


No jogo de empurra,  empurra a Caixa diz que o problema quem tem que resolver é a prefeitura através do setor de habitação, a prefeitura diz que a Caixa é quem seleciona sendo responsável pela solução dos impasses. 

 O certo é que a patifaria silenciosa que vem beneficiando pessoas inescrupulosas coloca o Minha
Programa entregou casas e os donos sumiram ,mato toma conta
Casa minha Vida num patamar vergonhoso de corrupção envolvendo pessoas influentes que deveriam ser investigadas seriamente.
presidente da Associação,Pink

Mesmo com esforço e luta incansável da Associação das mulheres desagregadas de Itaituba que juntou farta documentação com denuncias para mostrar que existem mais de cem casas ABANDONADAS  somando os quatro conjuntos residenciais, que estão fechadas e algumas avariadas pelo DESCASO. 

Para tentar mais pela quinta vez sensibilizar a Câmara,  na sessão de quarta feira dia 8 todas as cadeiras do Plenário foram ocupadas pela Associação que COBRA Do prefeito Valmir Clímaco que  aloje as famílias nas casas abandonadas, que mesmo com direito foram alijadas do programa, já que existem casas ociosas. Lembrando que todas estão cadastradas e preenchem os requisitos legais  do programa

A associação e a Câmara pedem que o setor de habitação, a justiça e a Caixa façam uma operação pente-fino nos residências já que há denuncias de pessoas que adquiriam casas sem se enquadrar nos requisitos sociais e que teriam
repassados para parentes, amigos como aluguel e em alguns casos chegaram até a revender a casa, viajando para outras cidades.  

 O vereador Davi Salomão se solidarizou ao movimento e disse que tudo deve ser investigado e que os culpados sejam punidos na forma da lei, propondo até uma ação criminal na justiça contra os que estão se beneficiando do programa de forma desonesta.

Wescley Tomaz sugeriu uma reunião com a presença de todos que   que estão direta ou indiretamente envolvidos no programa pedindo também que seja feito um levantamento minucioso nos residenciais casa por casa com revisão de cadastro no estilo ”Cara Crachá” para saber se quem está morando nas casas realmente é a pessoa que foi contemplada pelo setor de Habitação.  Maria Pretinha também apoiou,  enfim todos os 15 vereadores aderiram à causa após ouvirem por dez minutos a presidente da Associação conhecida por PINK. 

Uma das mulheres presente na sessão disse que sabe de um caso de uma pessoa (que não quis identificar) que ganhou uma casa no residencial Piracanâ,  viajou e alugou a casa com o inquilino inclusive não pagando o aluguel há dez meses e o verdadeiro dono nunca mais apareceu.

   Para que tudo seja esclarecido a Câmara vai convocar a diretora do setor de habitação que agora está vinculada diretamente a Secretaria de Gabinete e não mais a Semdas como antes em outras gestões.

Em levantamento feito in loco pela associação,  a presidente acredita que mais de cem casas ainda estejam abandonadas embora segundo ela, a ex prefeita Eliene  Nunes   no apagar das luzes tenha distribuído  a torto e direito algumas casas sem levar em conta os critérios legais.

 E  é isso que a Associação está pedindo para que seja posto em pratos limpos se são mentirosas ou verdadeiras as denuncias de compra venda e aluguel de casas.    O  conjunto residencial que tem maior numero de casas abandonadas ou alugadas é o residencial Piracanâ e em todos os outros residenciais também existem"estranhas situações que precisam ser apuradas"

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