segunda-feira, 7 de março de 2016

ALEGANDO NÃO TER DINHEIRO MUNICIPIO ESTACIONA EM TRÊS POR CENTO DE REAJUSTE, E PROFESSORES RESOLVEM MANTER ESTADO DE GREVE.

mais um Round nas negociações,prefeita irredutível
O movimento das negociações entre o SINTEPP que representa os interesses dos profissionais da educação e a SEMED não tem tido avanços já que o município está sempre de acordo com alguns professores saindo pela tangente quando apenas afirma que não tem dinheiro para atender as reivindicações de aumento salarial que por enquanto está estacionado em 3% proposta do município e quanto os professores pedem 16%.
 
quando se trata de dinheiro a prefeitura é um grande mistério.
 Ano passado os professores deflagraram greve interditaram o Porto da Balsa, ocuparam o gabinete da prefeita (quando a mesma mandou a policia retirá-los na marra), mesmo assim o município após não acenar com aumento resolveu propor apenas 5% dos 25 que estavam sendo pedidos pelos professores.
 
Celso Noronha mostrando dados em slide aos professores.
  A única forma de provar ou comprovar a verdade sobre falta de dinheiro para aumento de salário está no pente fino que os sindicalistas do SINTEP estão fazendo na folha de pagamento verificando escola por escola, quantidade de funcionários e valores pagos a cada um.

Para o professor Reginaldo que faz parte da diretoria do SINTEP e está também fazendo levantamento da folha de pagamentos, em valor líquido  (sem repasse de patronal está hoje em R$5.080.10,66(Cinco Milhões, oitenta mil, cento e seis reais e sessenta e seis centavos).  Com o patronal o valor da folha salarial somente dos trabalhadores em educação sobre para R$6.177.818,82(Seis Milhões, cento e setenta e set mil, oitocentos e dezoito mil e oitenta e dois centavos. 

O total anual das folhas fica em R$82.350.324,91(Oitenta e dois milhões , trezentos e vinte e quatro mil e noventa e um centavos). Mas segundo Reginaldo o município tem previsão para 2016 de receber apenas setenta e quatro Milhões. E o restante de onde virá?   Na Assembleia de sexta feira em que o SINTEPP rejeitou os três por cento, a sindicalista Sueli Souza mostrou distorções que estariam provocando desequilibro na folha de pagamento e dificultando com isso que a prefeita proponha um percentual decente a categoria dando como exemplo o excesso de professores que deveriam estar em sala de aula e muitos estão em cargos burocráticos na SEMED o que faz com que o Munícipio contrate mais temporários e continue onerando a folha.

 Sueli citou como exemplo também de distorção uma escola na região garimpeira que tem 18 alunos e oito professores. Para Suely está faltando duas coisas no governo de todos os contrastes. Gestão de competência e transparência nos números quanto ao que é arrecadado e os gastos do Município. Para alguns professores pelo andamento das negociações de nada adianta entrar em greve já que os alunos estão diminuindo nas escolas e uma nova greve iria reduzir ainda mais

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