terça-feira, 19 de janeiro de 2016

ASSASSINA DE GEIZIANE MUNDURKU CONFESSA CRIME E DIZ QUE FOI POR LEGÍTIMA DEFESA

frieza total após confessar crime
A noite de segunda feira dia 18 reprisou cenas que já viraram rotina envolvendo rebelião e protestos promovidos por um grupo de índios da etnia Mundurucu. 

A morte de uma jovem indígena Geiziane Munduruku que tinha 20 anos,  ensejou a ação de violência onde foram danificadas as celas da Unidade Integrada Pro Paz (delegacia) daquela cidade e soltos todos que ali se encontravam presos.

 A jovem indígena,  segundo a policia civil de Jacareacanga foi morta em via pública por seis tiros. A autora do crime evadiu-se do local, mas foi presa e por medida de segurança recambiada para a 19ª seccional aonde se encontra para ter de sua integridade física preservada.  Ela chegou às 22h30min da mesma segunda feira sob forte aparato policial.  

Danielle Castilho Varelo 22 anos, em depoimento ao escrivão Haroldo confessou o crime e confirmou que a vitima era mesmo Geiziane e não outra mulher como haviam divulgado.
em Itaituba por questão de segurança- foto Nazareno Santos

 A criminosa que permaneceu fria todo tempo, disse que matou Geiziane porque já havia tido problemas com ela e que também vinha sendo ameaçada ela vítima e que matou por legítima defesa. Consumado o crime ainda cedo por volta das quinzes horas a cidade entrou em clima de tensão, mas a policia numa ação rápida conseguiu prender a criminosa no garimpo do Palmeiras já no estado do Amazonas distante 65 Km de Jacareacanga.

 Com a ação dos Mundurucus uma multidão de curiosos se postou próximo a delegacia para assistir o espetáculo de revolta, já que os Mundurucus se rebelaram porque não queriam que a homicida fosse transferida para Itaituba. 

  Mas esse não foi o primeiro caso de protestos envolvendo Mundurucus em Janeiro de 2013 três biólogos foram sequestrados na comunidade mamãe Anã sob liderança da indígena Maria Leuza mundurucu, eles também invadiram nesse mesmo mês e ano e ano a Câmara de vereadores quando deixaram em cárcere privado por cinco horas os vereadores daquele município que foram hostilizados. 

No dia 04 de fevereiro de 2014 os indígenas rebeldes tentaram sequestrar o então secretário de educação Pero Lucio por ele ter demitido indígenas professores. Estes são alguns fatos que mostram o poderio dos indígenas quando se trata de atos contra membros da sua etnia principalmente, se envolver brancos nas ações.

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