sábado, 19 de setembro de 2015

Chimbinha pode voltar hoje aos palcos Em Palmas: Músico conquista o direito de tocar com a Calypso após obter liminar da Justiça ________________________________________

e como vai ficar o clima entre os dois no palco?

Separação de Chimbinha e Joelma virou caso de polícia e batalha judicial O desembargador Ronaldo Valle, do Tribunal de Justiça do Estado (TJE) do Pará, concedeu ao guitarrista Chimbinha, da Banda Calypso, uma liminar parcial que garante ao músico o direito de se apresentar em palco com a banda que ele criou há 16 anos e que já vendeu mais de 15 milhões de CDs e DVDs. A medida, deferida ontem à tarde, também garante a Chimbinha poder ensaiar e participar de todas atividades da Calypso. 

O advogado Luciel Caxiado, que representa o músico na acusação de “suposta” ameaça a Joelma, informou que também entrou com um habeas corpus para derrubar o restante das medidas protetivas com base na falta de condições de procedência na denúncia apresentada pela defesa da cantora. 

Em notícia divulgada ontem à tarde pelo jornalista Mauro Neto, gerenciador de crise contratado pelo músico, o guitarrista disse que não ameaçou Joelma e nenhuma de suas funcionárias. E que está feliz por retornar aos palcos e reencontrar os fãs. “É hora de voltar e mostrar o profissionalismo que sempre marcou minha carreira e que é um dos motivos principais do sucesso da Banda Calypso”, afirmou. 

O guitarrista informou também que depende apenas de uma questão de logística (passagem ou frete de avião) para que ele se apresente hoje em Palmas (TO). Caxiado informou que protocolou, ontem, um pedido de liminar solicitando a anulação das medidas protetivas que impedem a participação dele em shows da banda Calypso ao lado da ex-mulher Joelma. “Existe um pedido de habeas corpus para nulidade dos autos e medidas protetivas por ilegalidade. O pedido é para anular a decisão para que ele retorne aos palcos, já que a lei Maria da Penha não impede o cidadão de trabalhar”, disse. 

Ele detalhou: “Entramos com pedido hoje (ontem) de habeas corpus pedindo a nulidade das medidas protetivas por ausência de representação criminal. Todo crime de ação penal privada necessita, além do Boletim de Ocorrência registrado na Polícia, da representação, que é um a exigência da lei processual penal.

 Também pedimos a revogação das medidas protetivas, porque a magistrada que a decretou violou preceito constitucional. Tirou o direito dele de exercer seu trabalho lícito. A Constituição Federal protege o trabalho de qualquer cidadão. E o trabalho dele é na banda Calypso. 

 O Liberal Digital! ________________________________________

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