quarta-feira, 17 de setembro de 2014

REGREDIMOS AOS VELHOS TEMPOS DOS ABATES CLANDESTINOS COM A BRIGA DE CONCORRÊNCIA ENTRE FRIVATA E FRIARA.

vereador cobra fechamento do Frivata que foi condenado pela Semma do Estado

A briga dos “Titãs” da carne vem custando muito caro na acepção da palavra ao consumidor Itaitubense  que se vê obrigado adquirir um produto caro para os padrões atuais de nossa economia, além de sua origem duvidosa colocando em risco sua saúde. 

Itaituba  volta aos velhos tempos de currutela de garimpo,no abate clandestino

 

 Ao invés de progredir estamos regredindo aos velhos tempos dos matadouros clandestinos. O tema vem sendo exaustivamente abordado na câmara de vereadores. Na sessão desta quarta feira dia 17,  o vereador Iamax Prado cobrou da tribuna providencias por parte da Semma do Estado, Adepará e da prefeita Eliene Nunes que deveria fazer funcionar  a Secretaria de Agricultura para também probir as atividades do Frivata já que há determinações para isso.

Empresa não cumpru as condicionantes e teve L.O cancelada pela Sema- Estado

 . O vereador disse que não é a favor do fechamento de nenhum frigorífico, mas já que a fecharam o Friara do empresário João Altevir  do Prado por não cumprir todas as condicionantes, o vereador questiona os órgãos responsáveis sobre o motivo do frigorífico FRIVATA, do empresário J.Lemos de Oliveira,conhecido por  Tatá vir funcionando mesmo tendo sua Licença de Operação cancelada pela Semma do Estado.

  Mesmo estando também irregular o frigorífico continua tendo acesso a Guia de Trânsito Animal (GTA) o que possibilita o abate, mesmo que ilegal   no seu frigorífico embora tenha sido mesmo  também condenado por técnicos veterinários do Estado que fizeram uma inspeção no Frivata.  

 O vereador disse que ninguém está ganhando com essa briga que já perdura por muitos anos e espera que o bom senso prevaleça,  mas  o que os vereadores criticam é a inércia, a falta de atitude do Município que não atua no sentido de resolver o problema.  

  O vereador disse que apesar do parentesco com o empresário João Altevi do Prado não está legislando em causa própria pois considera altamente prejudicial o fechamento dos dois frigoríficos mas critica a decisão dos órgãos responsáveis pela fiscalização pelo uso de ”dois pesos e duas medidas”  quando permitem que o FRIVATA mantenha sua atividade mesmo com a Licença de Operação cancelada pelo estado, ressaltando que o frigorífico Friara é fiscalizado pelo Município e o Frivata pelo Estado.

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