sábado, 6 de setembro de 2014

Marina Silva e a astúcia ambientalista de um velho colonialismo

Marina Silva e a astúcia ambientalista de um velho colonialismo A ascensão de Marina Silva nas pesquisas eleitorais, com reais possibilidades de chegar à Presidência da República, após a trágica morte de Eduardo Campos, reflete o desencanto com o putrefato sistema político-partidário atual, implicando em uma cega manifestação de repúdio sem propostas políticas alternativas viáveis. 

Na Europa das décadas de 1920-1930, condições análogas ensejaram o – para muitos inimaginável – surgimento do nazifascismo. No Brasil de hoje, o vácuo de perspectivas positivas gera o risco de um processo de convulsões desagregadoras, com consequências imprevisíveis. 

Neste contexto, são preocupantes as propostas de “democracia direta” ou plebiscitária feitas pela candidata do PSB, que implicam na substituição das instituições legítimas do Estado nacional soberano – incluindo aí o sistema sindical -, hoje, profundamente fragilizadas, por uma rede de organizações não-governamentais (ONGs) e movimentos sociais, insuflados por interesses internacionais. Nesse cenário, o País se vê diante da possibilidade de vir a ser governado por uma personagem com uma visão arcaica e bucólica sobre o desenvolvimento socioeconômico e que, apresentando-se como opositora da “política tradicional” e seus defeitos, tem uma face menos conhecida.

 De fato, toda a trajetória política de Marina foi feita à sombra de um insidioso aparato oligárquico internacional, integrado por entidades privadas e governamentais de certos países do Hemisfério Norte, que, nas últimas décadas, tem manipulado os problemas ambientais e indígenas do Brasil, utilizando-os como instrumentos de pressão para enquadrar as políticas públicas nacionais na sua agenda hegemônica. 

Este aparato supranacional funciona como uma estrutura de “governo mundial”, com grande capacidade de impor parcial ou integralmente a sua agenda aos governos nacionais. 

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