sábado, 9 de agosto de 2014

EMPRESA BUNGE VAI INVESTIR 8 MILHÕES COMO CONTRAPARTIDA SOCIAL. DIAGNÓSTICO DE INVESTIMENTOS FOI APRESENTADO NA CÃMARA DE VEREADORES.

Diagnóstico da Bunge foi amplamente debatido na Câmara
“Alimentar ideias é sustentar o mundo”. Com esse slogan a Fundação Bunge apresentou na manhã de sexta feira dia 08 seu diagnóstico que traça um perfil completo de nossa região com levantamento sobre a sua  realidade socioeconômica, trabalho este feito por empresa especializada,  contratada pela Bunge. 

Representando a Empresa estiveram presentes na sala da presidência da Câmara, Claudio Colais, diretor Executivo, Coordenadora de projetos Sociais Paula Rita e Marcelo Zonan, coordenador de operações. 
 
Paula Rita fazendo suas explanações técnicas
O encontro com a Câmara de vereadores e outras entidades ocorreu após a Bunge já ter feito a mesma apresentação do diagnóstico em audiência pública na Comunidade de Miritituba e também ao poder executivo. 

 De acordo com Paula Rita ao longo de cinco anos a Fundação Bunge vai investir cerca de oito milhões como contrapartida social, desse montante 60% é destinada para Itaituba e o restante será investido no Município de Barcarena aonde a Empresa também tem investimentos. 
tudo foi esclarecido pelos representantes da BUNge

 Ressaltou ainda que a Empresa veio para ficar, que vai investir mas não vai assumir todos os problemas já que é preciso também definir o que é papel do estado e o que é da iniciativa privada, colocação essa que foi feita respondendo várias criticas de que o Diagnóstico não estaria completo quanto a nossa realidade sociocultural e política.

Paula Rita, Coordenadora de Projetos especiais da Bunge
 Sobre uma polêmica entre o vereador Luiz Fernando Sadeck e Célia Martins quanto à transparência no convênio ATAP e prefeitura, Paula Rita esclareceu que a Bunge estava apresentando seu diagnóstico e que a questão ATAP prefeitura não tinha qualquer relação com as ações da BUNGE, enfatizando que no quesito aterro sanitário nas questões ambientais a empresa não está comprometida com construção de aterro sanitário, mas pode contribuir se for o caso na elaboração do projeto que possibilita a prefeita buscar verbas junto ao governo federal para essa finalidade.

 Sobre a filosofia das empresas investidoras em investir em mão de obra local, a Coordenadora de projetos Sociais disse que cerca de 73% da mão de obra local está sendo valorizada, mas os fornecedores são de outras regiões por que aqui não tem empresa com suporte para fornecer as demandas de consumo dos empreendimentos da BUNGE.

 O presidente da Câmara Wescley Tomaz criticou o governo federal que segundo ele transformou as Rodovias BR 163 e 230 apenas em corredor da soja, assim como também engessou a economia da região criando reservas ambientais em excesso. O vereador disse que espera que de fato possamos ser beneficiados com os investimentos que estão sendo feitos com a construção de Portos em Miritituba.

 Sobre os números e informações técnicas apresentadas no diagnóstico foram levantados vários questionamento, um deles sobre o fato de Itaituba hoje estar sendo prejudicado por um erro do IBGE que considera Itaituba com 97.300 habitantes quando na verdade Itaituba já teria ultrapassado a casa dos Cento e Cinqüenta mil habitantes estando com seu repasse de FPM fora de contexto, sendo proposta de imediato uma revisão censitária.

 Já o Secretario de Mineração e Meio Ambiente Walfredo Marques representando a prefeita na ocasião, disse que os novos empreendimentos que estão vindos esbarram ainda na falta de estrutura de empresas que não conseguem cumprir as condicionantes em termos ambientais, citando como exemplo positivo a empresa ACARI que está cumprindo todas as exigências e por isso tem conseguido contrato. 

 Atribui essas dificuldades a que ele denomina de “Raquítica mentalidade” aonde não procuram se organizar, investir e que por isso vai procurar a CDL e Associação Comercial de Itaituba para busca em conjunto uma solução. O secretário disse que uma empresa precisou de 20 armadores e precisou contratá-los de fora, pois Itaituba não tinha esses profissionais no mercado. 

No final da reunião a coordenadora de projetos sociais propôs que seja criado um fórum de discussões para debater junto coma Fundação Bunge todas as questões relacionadas a contrapartida social para Itaituba vendo nessa ação uma maneira democrática e transparente de concretizar os investimentos dentro da realidade e visão de cada um que colaborar ou participar dos debates abertos a comunidade. 

SOBRE A EMPRESA-   A Bunge tem mais de um século de história no Brasil, a Bunge participando ativamente para concretizar a vocação brasileira de grande produtora de alimentos e tornar realidade o ideal de uma nação forte e solidária.

 Do início como sócia de um recém-criado moinho na cidade de Santos, passando pelo lançamento pioneiro de óleos vegetais comestíveis, margarinas e tecnologias de produção de fertilizantes até o incentivo dado à expansão das lavouras de soja no país e à Agricultura de Precisão, a Bunge sempre esteve presente de forma pioneira no dia a dia do Brasil. A Empresa foi fundada por Johann Peter G. Bunge funda a Bunge&Co. 

 Em Amsterdã, Holanda, para comercializar produtos importados das colônias e grãos Bunge: participando do desenvolvimento da economia brasileira. Como uma das maiores exportadoras do país (a primeira em agronegócio), a Bunge contribui de maneira substancial para o saldo positivo da balança comercial e para as divisas para a economia nacional. Ela tem mais de 120 unidades no Brasil, entre fábricas, moinhos e usinas, centros de distribuição, silos e instalações portuárias, você poderá encontrar: • Originação de oleaginosas e grãos e transporte aos clientes em todo o mundo; • Esmagamento de oleaginosas para produção de farelos para alimentação animal e óleo para a produção de alimentos, food service e indústrias de biocombustíveis; • Produção de óleos, maionese, atomatados, margarinas e outros produtos alimentares para os consumidores, com marcas como Delícia, Soya, Primor, Salada, Etti, Salsaretti, Cyclus, Cardeal e Bunge Pro; •

 Processamento de cana para produção de açúcar, etanol e energia elétrica; • Moagem de trigo para indústria de alimentos, padarias e outros clientes comerciais; A Bunge Brasil pertence à holding Bunge Limited, fundada em 1818, com sede em White Plains, Nova York, EUA. Fonte-Site da Empresa

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