sexta-feira, 14 de junho de 2013

PARA REFLETIR NO BANHEIRO-PARTE II

                                          IMPRENSA SEM LEI, AO SABOR DA INDÚSTRIA DOS PROCESSOS.


A imprensa no  Brasil permeada de contradições ao capricho das interpretações jurídicas entra na Berlinda como culpada de todos os males, localizados ou globalizados.  A palestra promovida pela API serviu para provocar reflexões para aqueles que querem fazer da informação(noticia)  brinquedo para massagem do ego da égua que por empunhar uma caneta ou um microfone acha que pode tudo... Isto sem falar no crime hediondo do gramaticídio. Ainda bem que o cavalo selado só passa uma vez e nem todos são bons de pulo.


 A lei virou uma faca de dois gumes, MAS TUDO BEM PELO MENOS PODEMOS conceber que Itaituba também é  Brasil, embora por aqui muitas vezes o caminho do certo seja o errado.  Mas isso só vai mudar quando o Brasil não mais conceder concessão de rádios ou TVs para grupos políticos que comercializam de forma sutil o que deveria ser uma verdadeira liberdade de imprensa. Mas uma liberdade cerceada não  é informação é manipulação, num pais que se degrada pelas bolsas disso ou daquilo...E quem não tiver nenhum pecado nesse quesito que atire a primeira pedra.

A LEI FRANCISCANA  POLÍTICA  DO TOMA LÁ DÁ CÁ
                                  
Mas convenhamos,  saber gerenciar um”Instituto Butantã” político como o de Itaituba é tarefa Hercúlea.  Os vícios se renovam, e a Lei FRANCISCANA DO TOMA LÁ DÁ cá, ainda é uma cortina espessa que esconde as boas intenções maquiadas de corporativismos, escapar dessa armadilha é que exige arte e malícia. Estamos num regime democrático da livre escolha, se o povo quis mudanças deve ser um povo analítico que tinha anseios, perspectivas. Mas Raul Seixa diz em uma de suas CANÇÕES que ele prefere ser uma metamorfose ambulante do que ter uma velha opinião formada sobretudo...

Então que sejamos todos metamorfoses ambulantes em busca da razão, porque as opiniões fragilizadas(abalizadas ou não)  já derrubaram   toda a lógica da política em Itaituba...Será que politicamente falando somos uma metamorfose ambulante fugindo do direito de pensar, ou SOMOS UMA antítese entre o que queremos ou o que pensamos querer? Com a Pedra do Gênesis da coerência,  com sabedoria poderíamos revolucionar, mas a revolução passaria por uma tecla dentro de uma urna com uma ferramenta chamada voto...
           
                                          

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