segunda-feira, 4 de março de 2013

SERVIDORES QUEREM 17, 15,% MAS MUNICIPIO ADMITE APENAS 9% DE AUMENTO SALARIAL.

FRankilane-Presidente do SINSERM, reivindica 17, 15 % para os servidores...

De um lado Nayá Fonseca (procuradoria), Horenice Cabral (Saúde) e Francisco Erisvan(administração). 

Do outro lado da mesa de negociações,  Ana Maria dos Santos Pedroso e Amilton Pinheiro (Sindsaúde) e Frankilane Medeiros,  presidente do Sinsermi. Apenas o Sintep não se fez presente representando a categoria dos professores. 

Tema em pauta. Reajuste dos servidores do |município de Itaituba. A reunião foi aberta com a Secretaria de administração exibindo planilha aos sindicalistas com impacto de 25% percentuais. O Sinsermi apresentou proposta de reajuste de 17,15%,enquanto a contraproposta do município foi de 8%. Horenice Cabral, secretaria de saúde argumento em prol de sua secretaria, que já ocorreu queda em dois repasses do FPM esse ano. 

Já o Sindsaúde propôs que fosse dado aumento de pelo menos 10%mas o Sinsermi representado por Franquilane propôs que o percentual ficasse em 14% por considerar que esse aumento não iria causar impacto na folha. Nessa nova proposta o secretário contra argumentou reiterando, que os recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) não seriam suficiente para absorver o aumento pedido, propondo então aumento de 9%, o que foi negado com veemência pelos representantes dos servidores.

 A procuradora Jurídica Dra Nayá Fonseca dentro do processo de discussão do reajuste enfatizou que o atual governo vem enfrentando muitas dificuldades já que o ex prefeito Valmir Clímaco não teria deixado documentos nas secretarias em questão, já tendo sido ajuizado ação contra o ex gestor por causa disso.Franquilane questionou sobre a defasagem salarial dos assistentes e auxiliares administrativos do município. 

Já o Sindisaúde lembrou da importância de uma proposta que satisfaça os anseios dos servidores propondo que o ideal seja de pelo menos 16% de aumento.Diante das novas propostas Francisco Erisvan considerou que um aumento acima de 9% seria um ato de irresponsabilidade e que o impacto iria causar embaraços para o funcionamento pleno da máquina administrativa. 

No final da reunião em face do impasse dos números, os sindicatos concordaram em levar a proposta de 9% do município para que seja apreciada em Assembléia onde a mesma será ou não apoiada pelos servidores. Para que se chegue a um consenso a Prefeitura terá uma nova rodada de negociação com o Sinsermi, e Sindsaúde, marcada para dia 8 deste mês.

Um comentário:

  1. ESTA DO JEITO QUE O DIABO GOSTA, TA TUDO DOMINADO. KD O GOV DO POVO E DO FUNCIONALISMO PUBLICO?ENQUANTO OS BURACOS AUMENTAM A ATUAL GESTAO DIMINUI SUAS RUGAS COM CIRURGIAS PLASTICAS COMPRA CASA NA ESTRADA DO BIS E ANDA DE CARRO DO ANO. E O POVO ÔÔIA

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