domingo, 12 de agosto de 2012

BALSAS E DRAGAS ESTÃO POLUINDO O RIO TAPAJÓS ACIMA DAS CACHOEIRAS DE SÃO LUIZ

“Eles não querem se legalizar e estamos sofrendo uma grande invasão de balsas e dragas  do Amazonas, Rondônia e Mato Grosso, o que pode causar grandes impactos ambientais ao Rio Tapajós”.




água do rio está perdendo sua coloração natural com garimpagem de balsas e dragas.
 
Com essa preocupação inicial o presidente da Associação dos Mineradores do Oeste do Tapajós (AMOT), Dr. José Antunes alerta sobre o problema que está causando poluição no leito do Rio Tapa jós. 

José Antunes lembra que essas balsas e dragas estão operando em sua maioria na clandestinidade sem autorização do ICMBIO, IBAMA, DNPM já que para que operem na exploração do ouro devem estar de posse devida de alvarás e da Permissão de Lavra garimpeira (PLG).


José Antunes,(AMOT)peocupado com impacto ambientais provocados pelas dragas

 José Antunes considera grave o problema pelo fato das dragas e balsas estarem entrando de maneira irregular sem qualquer acompanhamento pelos órgãos governamentais institucionais que tem poder poara efetivar procedimentos com base nas leis ambientais. Segundo José Antunes as balsas e dragas estão fazendo exploração de ouro sem projetos ambientais acima das Cachoeiras de São Luiz do tapajós cujas águas estão perdendo sua coloração original dificultando a vida dos ribeirinhos que com as águas poluídas não conseguem enxergar as pedras quando precisam navegar em suas canoas ou até mesmo voadeiras, a não ser aqueles que tenham muita prática e conhecimento da área.


Ao todo num levantamento feito pela Secretaria municipal  de Mineração e Meio Ambiente(Semmap) estão em nossa região cerca de 30 dragas e balsas flutuantes no perímetro entre buburé e Crepuri. Por determinação do Secretário Ivo Lubrina,  Ruy Galvão, Alisson Teixeira fiscais de meio ambiente estiveram in loco fazendo o levantamento. 

 Em relação ao fato considerado de extrema preocupação a Amot garante que envidou todos os esforços, mas considera que os proprietários das balsas e dragas com raras exceções ainda relutam,  não procuram o devido licenciamento para que possam desenvolver suas atividades de forma legal dentro da formalidade e não a margem da lei.

O presidente da AMOT chama a atenção mais uma vez para a invasão em alta escala das dragas e balsas já que  nossa região como um”santuário ecológico” protegido por unidades de conservações fique com seu principal afluente do rio totalmente poluído.


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